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Moschino EUA processou por se referir a clientes negros como “Serenas”.

Muitos negros estão cansados ​​de serem tratados como suspeitos de roubo quando entram em lojas. Há gerentes de lojas que fazem de tudo para tornar a experiência de compra para os negros desconfortável.

Para piorar a situação, por exemplo, no Brasil, metade do tempo em que a segurança da loja são negros que tratam outras pessoas negras com tanta falta de respeito.

A marca italiana de roupas de luxo Moschino USA está sendo processada por um ex-funcionário, que afirma que o gerente de um local de West Hollywood se refere a clientes negros como “Serenas” e os monitora rigorosamente ao entrar e sair da loja.

“Shamael Lataillade está processando a empresa italiana de roupas de luxo, alegando que sua supervisora ​​na loja tinha um protocolo específico para clientes negros se eles não tivessem diamantes ou carregassem marcas conhecidas”, segundo o TMZ.

Ela diz que a mulher iria chamá-los de “Serena” e instruiu outros funcionários a acompanhá-los e observá-los de perto – às vezes até mesmo anotando os números das placas dos carros.

Lataillade, uma negra americana haitiana, disse que o supervisor era discriminatório contra ela e disse que ela “[praticava] vudu”. Lataillade teria sido demitido do local após reclamar à sede corporativa sobre o perfil racial, palavra de código e Mais. Ela está processando Moschino por “danos não especificados”.

Esta não seria a primeira vez que lojas populares e lojas foram colocadas em risco por perfil racial e preconceito. No ano passado, um adolescente negro teve um perfil racial em uma loja da Old Navy em Iowa, e a Starbucks implementou uma sessão de treinamento de racismo em várias lojas em resposta a um incidente racista viral em uma de suas filiais na Filadélfia.

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